A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou há pouco mais de dois meses, no dia 11 de março, situação de pandemia ao identificar que o novo coronavírus (Sars-Cov-12) já havia se espelhado por diferentes continentes. Nesse mesmo dia o Ministério da Saúde confirmou através de boletim que em todo o Brasil haviam 52 casos confirmados e nenhuma morte provocada pela Covid-19.
No dia 24 do mesmo o Estado de São Paulo entrou em isolamento social, a quarentena, para evitar a disseminação do vírus. Naquele momento, o Brasil já contabilizava 2.201 casos confirmados e 46 mortes. Hoje, quinta-feira, 14 de maio, são 188.974 casos confirmados e 13.149 mortes no País.
Devido ao pânico gerado pela pandemia, a população é bombardeada por informações, muitas vezes desencontradas. Apesar de se falar em aglomerações e de como a doença tem evoluído, pouco se sabe sobre os locais em que há mais probabilidade de contágio. E parece que cada vez mais a maneira com que a pessoa interage com o próximo tem sido um fator importante se considerarmos o risco de se infectar.
A doença não afeta apenas o outro. Ao mudar suas próprias ações a pessoa cria um novo hábito e diminui significativamente o próprio contágio e também daqueles com quem convive diretamente. Pessoas que muitas vezes estão no grupo de risco.
As restrições em determinados locais servem para isso, diminuir o risco de contágio e por consequência não sobrecarregar hospitais . O Sistema Único de Saúde (SUS) fez um gráfico com os locais onde há menor, média e alta probabilidade de infecção.
O espaço mais seguro por óbvio é a própria casa. No lado oposto estão os hospitais por concentrarem um número maior de contaminação. No meio termo, em escalas distintas estão os supermercados, cinemas, elevadores, dentre outros. Confira e proteja-se


