Fique ligado! Golpes crescem no País na quarentena

Celular é uma das ferramentas mais comuns para o criminoso aplicar um golpe Foto: Divulgação

Em tempos de isolamento social para a contenção ao avanço do novo coronavírus, e principalmente agora onde há muitas informações imprecisas em circulação, os golpes têm sido cada vez mais recorrentes e os fraudadores cada vez mais criativos e sofisticados. Em comum todos têm a utilização da rede social WhatsApp, celulares e telefones, mas há também aqueles que enviam boletos falsos, via Correios.

A dica é sempre desconfiar. Procurar a página da empresa na internet, entrar em contato por telefone e verificar se links e promoções são verdadeiras. É recomendável fazer ligações para seus clientes. E o mais importante: nunca forneça seus dados, não clique em sites por impulso e baixe um antivírus em seu computador e celular para uma varredura, há muitos disponíveis gratuitamente. E cuide daquele que dão acesso às informações. #FiqueEmCasa

Confira alguns golpes usados na quarentena:

Phishing. Fraudes aplicadas pela rede social WhatsApp através de envios de links com ofertas falsas para que o usuário informe seus dados pessoais ou número do cartão de crédito. O golpe também é praticado através do e-mail onde o criminoso solicita a atualização de um token.

Download. Geralmente se utiliza um link que leva a para o download de um aplicativo que funciona como um espião e passa para o golpista todos os dados do gravados no celular.

Álcool em Gel. O golpista liga e se identifica com representante de determinada empresa que está distribuindo gratuitamente álcool em gel. Esse golpe visa a obtenção de endereço e dados pessoais.

Streaming. As empresas que utilizam essa tecnologia geralmente cobram por isso. Caso haja contato para alguma cobrança, não forneça seus dados e ligue diretamente para a operadora.. Exemplo de streaming: Netflix, HBO, Telecine Play, dentre outros.

Aplicativo de mapa interativo. O golpe promete apresentar um mapa interativo e dados sobre a Covid-19 e é feito via WhatsApp ou por mensagem. Na verdade se trata de uma malware (ransoware que criptografa os dados do celular da vitima para depois exigir um resgate em criptonmoedas, que são moedas digitais para o desbloqueio do aparelho

Boletos Falsos. Envio de boletos falsos como cobrança de IPTU ou de tributos inexistentes. Há também as falsas cobranças onde o criminoso se identifica como representante de uma empresa e fornece uma conta para o pagamento de uma suposta pendência.

Organização Mundial da Saúde. Cybercriminals utilizam o nome e o símbolo da organização para solicitar doações

Hospitais. Criminosos que se identificam como representantes de um determinado hospital, primeiramente via telefone ou WhatsApp, para coleta de sangue domiciliar para exames contra o novo coronavírus. O golpista agenda a falsa coleta e quando estão na residência anunciam o assalto.

Falso formulário de auxilio emergencial. Propagado via redes sociais e e-mail e tentam adquirir informações e dados pessoais, fingindo ser uma entidade confiável.

Kit imunidade. Venda de falsos remédios para a cura do coronavírus ou kits que aumentariam a imunidade.

 

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